Sem claridade. Sem escuridão. Claramente no ar a ideia do instante. Instantâneo talvez. Obscura as intenções reais de um dos lados de tudo. Um desânimo quase pairava quando a realidade batia. Mas não capaz de ultrapassar as batidas de Strokes na caixa de som. A luz azul que contorna o botão do monitor desligado do computador parecia estrategicamente posicionada pra contornar só o que me importava então. E tudo de mim estava tão pateticamente feliz que se esquecera do “quanto dramaticamente frustrado” que se seguiria. Justamente por não seguir. Justamente por saber que não, e esquecer. E numa gratificante ciência de que mesmo assim consegue se esquecer do que uma vez não deveria, se deixa tomar pela brevidade da melancolia mentirosa de um sentimento perfeitamente inventado. Mas que funciona! E numa eternidade efêmera de contradições sobre esquecimentos que camufla um sentimento ridiculamente cheio de primeiras intenções, e só. Esse mesmo que eu faço questão de esquecer episodicamente só pra apreciar uma combinação harmoniosa, que de vez em quando habita o imaginário que consegue existir no meu mundo.
*ressonância : Em física, ressonância é a tendência de um sistema a oscilar em máxima amplitude em certas frequências.Nessas frequências, até mesmo forças periódicas pequenas podem produzir vibrações de grande amplitude.Sistemas ressonantes podem ser usados para gerar vibrações de uma frequência específica, ou para obter frequências específicas de uma vibração complexa contendo muitas frequências.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
tudo bem
Como se desse pra lembrar das incríveis coisas que só você mesmo aprecia ao pensar antes de dormir, a gente se deixa levar.Na esperança, e numa certeza sem base alguma de que tudo possa se repetir, da mesma forma. Mesmas palavras, mesmas construções, ordens, rimas. Obviamente longe de se considerar talentosa na arte de escrever. Não dá pra deixar ideia fugir. Não dá pra deixar oportunidade fugir!
A implicação só está na hora de detectar oportunidades. Podem ser furadas, apenas. Às vezes nada se extrai. Às vezes o que se extrai não era da sua conta, simples assim.Obviamente longe de se considerar talentosa na arte de amar.
A implicação só está na hora de detectar oportunidades. Podem ser furadas, apenas. Às vezes nada se extrai. Às vezes o que se extrai não era da sua conta, simples assim.Obviamente longe de se considerar talentosa na arte de amar.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
...inspiração amorosa
Um “Q” de melancolia acontece quando se resolve esperar a inspiração. Por simplesmente associar inspiração à fossa. É como se “esperássemos” aquela dor chegar só pra poder descarregar um suposto talento no papel. Acaba saindo sempre uma discussão egoísta, uma análise, uma reclamação sei lá e geralmente baseada numa decepção.Amorosa.
Não sinto dor alguma ao escrever isso,talvez porque a inspiração não está lá aflorada, mas não deixa de ser por decepção. Pela própria inspiração. A inspiração amorosa.
Não sei como definir uma inspiração amorosa de uma forma que faça sentido pra você e pra mim ao mesmo tempo. Mas eu queria que a sua definição fosse a mesma que a minha. E essa é minha inspiração amorosa! Estar sempre esperando um amor em tudo que faço. Uma compatibilidade de desejos. Como se só tivesse sentido porque um dia esse alguém que eu nem conheço vai existir. Por qualquer atitude casual. Seja por muito ou pouco tempo.
Contudo, a inspiração amorosa é injusta!E justamente porque ela beira a utopia, quase te levando ao posto de 'sonhadora'.E não que seja ruim, mas fragiliza tudo.É aquela história de deixar o coração agir...e sabemos o resto.Mas uma parte de nós[mim] adora se sentir assim. E mesmo sabendo que empilhamos desvantagens insistimos.Nós temos esperança. E a gente não liga se vai ser pra sempre, só quer que aconteça. A disposição pra isso elimina até o medo de sofrer. Quem liga? Que doa depois, mas que exista! E se repita.Pode ser?
Sabe, sem pressa, mas que chegue.E dê sentido à toda essa inspiração.
Não sinto dor alguma ao escrever isso,talvez porque a inspiração não está lá aflorada, mas não deixa de ser por decepção. Pela própria inspiração. A inspiração amorosa.
Não sei como definir uma inspiração amorosa de uma forma que faça sentido pra você e pra mim ao mesmo tempo. Mas eu queria que a sua definição fosse a mesma que a minha. E essa é minha inspiração amorosa! Estar sempre esperando um amor em tudo que faço. Uma compatibilidade de desejos. Como se só tivesse sentido porque um dia esse alguém que eu nem conheço vai existir. Por qualquer atitude casual. Seja por muito ou pouco tempo.
Contudo, a inspiração amorosa é injusta!E justamente porque ela beira a utopia, quase te levando ao posto de 'sonhadora'.E não que seja ruim, mas fragiliza tudo.É aquela história de deixar o coração agir...e sabemos o resto.Mas uma parte de nós[mim] adora se sentir assim. E mesmo sabendo que empilhamos desvantagens insistimos.Nós temos esperança. E a gente não liga se vai ser pra sempre, só quer que aconteça. A disposição pra isso elimina até o medo de sofrer. Quem liga? Que doa depois, mas que exista! E se repita.Pode ser?
Sabe, sem pressa, mas que chegue.E dê sentido à toda essa inspiração.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
voltando a me entender
Viver tem sido como estudar matemática. Não adianta você ver as contas que já fez e ler os teoremas. Quem dera decorar formulas também resolvesse. A gente tem que praticar, fazer e refazer, aplicar a novas situações e simplesmente pegar o jeito.
No meu caso mais do que o jeito eu preciso pegar um lápis e colocar tudo no papel. Escrever é como ver a mudança.Todo mundo deveria transformar pensamentos em papeis e documentar as coisas. Documentar é ter coragem e é concretizar a verdade do agora, por mais que ela morra logo depois. Algo como se permitir mudar de ideia e opinião.Uma revolução de si esperando pra ser notada, entende?
Escrever é organizar a bagunça mais bagunçada da sua mente, só pra você se entender.
No meu caso mais do que o jeito eu preciso pegar um lápis e colocar tudo no papel. Escrever é como ver a mudança.Todo mundo deveria transformar pensamentos em papeis e documentar as coisas. Documentar é ter coragem e é concretizar a verdade do agora, por mais que ela morra logo depois. Algo como se permitir mudar de ideia e opinião.Uma revolução de si esperando pra ser notada, entende?
Escrever é organizar a bagunça mais bagunçada da sua mente, só pra você se entender.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
reafirmando mentiras
Sabe quando você se pega dizendo determinadas coisas com certa freqüência? Reafirmações! O que nada mais é do que uma idéia para se auto-convencer. A gente vive querendo se enganar. Buscar um milhão de alternativas e hipóteses para tudo que acontece é normal. Pedir conselhos aos amigos e aumentar o estoque de probabilidades mais ainda. Mas seremos sinceros, sempre temos nossa teoria pré-definida, e embora reafirmemos o oposto tendemos a ela. Então pra que inventar tanta coisa se acabamos justamente no começo?
A tendência verdadeira deve ser se iludir e só. Tentar acreditar que pode ser de outras formas, por simplesmente ser melhor. Quem fala demais não só deixa de fazer como também faz o contrário. Toda essa disposição atual para escrever de amor e relacionamentos como se fosse fácil é só como eu também gostaria que fosse, entende? Falar que “vai esquecer”, que “vai mudar”, que “vai parar de acreditar tanto” são só reafirmações.Quem vai pular da sacada não avisa ninguém antes.
A tendência verdadeira deve ser se iludir e só. Tentar acreditar que pode ser de outras formas, por simplesmente ser melhor. Quem fala demais não só deixa de fazer como também faz o contrário. Toda essa disposição atual para escrever de amor e relacionamentos como se fosse fácil é só como eu também gostaria que fosse, entende? Falar que “vai esquecer”, que “vai mudar”, que “vai parar de acreditar tanto” são só reafirmações.Quem vai pular da sacada não avisa ninguém antes.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
se ri[a]masse
rima comigo?
ri mais comigo?
como amigo
ame, não ligo
me entretenha
entre e me tenha
seja sucinta
só sinta
como quiser
quis ser
rimar
rir e amar
ri mais comigo?
como amigo
ame, não ligo
me entretenha
entre e me tenha
seja sucinta
só sinta
como quiser
quis ser
rimar
rir e amar
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
só o que é meu
quis falar do escritor que plantou um pé de feijão mágico, que cresceu muito e quando ia subi-lo para o castelo nas nuvens, foi detido por violar direitos autorais...mas aí seria duplo processo!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
issos e prazos
e por que se é só isso eu preciso de tantos i’s e s’s e o’s pra dizer?o que há de errado em falar o que sente?por que não dá pra agir simplesmente de acordo com a sua vontade?eu sei que você também considera a do outro! que não fala que gosta dele por que ainda pode ser cedo.pra que prazos? quem inventou esses prazos? quando é cedo demais!? existe cedo demais? sou eu e você e o que de cedo ou tarde há nisso?não existiu outra combinação assim! por que mostrar desinteresse quando se está interessado ou fingir que não existe nada além daquilo que..na verdade já nem é mais isso! porque tanto se complicou que o prazo do isso acabou, e esse prazo? quem foi mesmo que inventou?
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
eu zero a esquerda
Não tenho dormido. Penso, repenso, analiso tudo numa intensidade que furta minha tranquilidade. Talvez não só a tranqüilidade. Meu tempo. Minhas distrações. Perco tempo pensando no tempo que ando perdendo. ”Hoje” pode ganhar destaque e vou compartilhar...
Logo que cheguei à estação e desci do metro, eu sem pressa como sempre, me juntei a todas aquelas pessoas que esperam para subir a escada rolante do lado esquerdo. Eu não fui de escada e eu não ultrapassei ninguém. Simplesmente me juntei a todos os outros preguiçosos, e que não mantém a esquerda livre, dando aqueles meio passos até a beiradinha.Não me importei com alguns atropelamentos e em alguns minutos me ocupei de um degrau.Dele eu olhei pro lado.A escada da direita, vazia, e hoje ao contrário de todos os outros dias, também subia.Naquele momento eu me achei inútil e ponto final.
Sabe, eu não estava com pressa mesmo... Mas em quantas ações da minha vida eu estou condicionada a fazer determinada coisa?Eu poderia ter subido a outra escada imediatamente, sem pessoas que não mantém a esquerda livre, sem atropelamentos, sem meio passos. Eu estava no meio de todas aquelas pessoas acomodadas. Eu parei pra pensar em quantos momentos que eu julgo serem iguais na minha vida só são assim por distrações minhas. Quantas situações que pudessem me favorecer eu já perdi?
Sem novidades a constatação é que muitas vezes escolhemos o caminho mais difícil.A opção é sua, você agindo por instinto ou não. A segunda não novidade é que a culpa de tudo que segue é sua e de mais ninguém. E a terceira é que não damos atenção necessária a quase nada a nossa volta... e vivemos condicionados a rotina...
Você já parou pra pensar em quantas pessoas já não foram a escada rolante da direita na sua vida?
Logo que cheguei à estação e desci do metro, eu sem pressa como sempre, me juntei a todas aquelas pessoas que esperam para subir a escada rolante do lado esquerdo. Eu não fui de escada e eu não ultrapassei ninguém. Simplesmente me juntei a todos os outros preguiçosos, e que não mantém a esquerda livre, dando aqueles meio passos até a beiradinha.Não me importei com alguns atropelamentos e em alguns minutos me ocupei de um degrau.Dele eu olhei pro lado.A escada da direita, vazia, e hoje ao contrário de todos os outros dias, também subia.Naquele momento eu me achei inútil e ponto final.
Sabe, eu não estava com pressa mesmo... Mas em quantas ações da minha vida eu estou condicionada a fazer determinada coisa?Eu poderia ter subido a outra escada imediatamente, sem pessoas que não mantém a esquerda livre, sem atropelamentos, sem meio passos. Eu estava no meio de todas aquelas pessoas acomodadas. Eu parei pra pensar em quantos momentos que eu julgo serem iguais na minha vida só são assim por distrações minhas. Quantas situações que pudessem me favorecer eu já perdi?
Sem novidades a constatação é que muitas vezes escolhemos o caminho mais difícil.A opção é sua, você agindo por instinto ou não. A segunda não novidade é que a culpa de tudo que segue é sua e de mais ninguém. E a terceira é que não damos atenção necessária a quase nada a nossa volta... e vivemos condicionados a rotina...
Você já parou pra pensar em quantas pessoas já não foram a escada rolante da direita na sua vida?
terça-feira, 27 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Essa não é nova
Não sei se a expressão “reavaliar conceitos” caberia. Na verdade acho que não passei por isso para aprender a lidar com meu apego. Andei apenas reparando nas relações que passei levando comigo e na intensidade com que reafirmei tudo isso na minha vida.
Certas coisas a gente aprende naturalmente. Eu conheci muitas pessoas durante esse ano e não me contive com a impessoalidade. Eu preciso de grande parte desses novos participantes de mim. Eu sinto falta deles. Absurdas. E seria uma grande ilusão dizer que não me apeguei. Mas isso que antes me faria mal hoje é só um detalhe.
Eu me culpava por me doar tanto a todos sempre. E eu me culpava por fazer isso pelas pessoas que nunca saberiam retribuir. E elas realmente não sabiam, à minha maneira. E eu simplesmente não reconhecia a maneira delas. Sem grandes mistérios.
A grande sacada de agora não é se apegar com cautela é saber [des]apegar. Talvez eu não queira entender, mas daqui pra frente eu já posso aceitar que minhas disposições nem sempre serão correspondidas.
Certas coisas a gente aprende naturalmente. Eu conheci muitas pessoas durante esse ano e não me contive com a impessoalidade. Eu preciso de grande parte desses novos participantes de mim. Eu sinto falta deles. Absurdas. E seria uma grande ilusão dizer que não me apeguei. Mas isso que antes me faria mal hoje é só um detalhe.
Eu me culpava por me doar tanto a todos sempre. E eu me culpava por fazer isso pelas pessoas que nunca saberiam retribuir. E elas realmente não sabiam, à minha maneira. E eu simplesmente não reconhecia a maneira delas. Sem grandes mistérios.
A grande sacada de agora não é se apegar com cautela é saber [des]apegar. Talvez eu não queira entender, mas daqui pra frente eu já posso aceitar que minhas disposições nem sempre serão correspondidas.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Estrategicamente brisada
Estratégia: ”Ação ou caminho mais adequado a ser executado para alcançar um objetivo ou meta’’. Essa foi a definição mais simples que achei de “estratégia” na internet. Peguei a mais simples porque isso ela não deixa de ser.A parte questionável da estratégia não é bem esse caminho adequado, mas talvez as falhas dele.Até que ponto sua estratégia é correta?
Seria ela ideal a partir do momento em que os acontecimentos seguem na ordem em que você planejou?De acordo com suas expectativas?Eu pensava que sim. Eu pensava que se isso acontecesse o meu ‘domínio’ sobre tudo o resto ia crescer. Afinal de contas, ver que tudo aconteceu de acordo com seus planos pode gerar uma segurança pessoal bem grande, e consequentemente seu ego irá agradecer bastante.
Mas eu não vim aqui dizer que vivo minha vida sem planejar. Esse tipo de clichê ficaria melhor no profile do Orkut na verdade. O que eu quis dividir foi a necessidade de se ter uma estratégia e de ser um estrategista. Porque o planejamento te dá o início, a base. É bom saber por onde começar, saber pra onde se quer ir depois daqui. Por mais que você não vá!
É necessária essa segurança que te faz iniciar e te impulsiona a buscar alguma coisa que te interessa. E é necessário se ter a estratégia pra que ela falhe. E é essa falha que te surpreende. E são as surpresas que trazem a graça. Por que não se confundir um pouco? Muitas vezes na falha da sua estratégia surge alguém pra te surpreender. Pra te fazer ver outros planos. Pra mudar seu rumo. Pra modificar sua estratégia.
E é aí que está a emoção. Mudar a estratégia. Deixar que as mudem.Criar novas.Dividir outras.Estratégias frustradas são a alma da inovação.Pense que nessa frustração a insegurança decorrente é momentânea, e só outro inicio.De um sentimento, de uma nova conclusão quem sabe.
Mas não tente fazer uma estratégia que certamente vai falhar. Ela só será outra estratégia, a de erro. E assim como esse raciocínio, não vai dar certo, acredite!
Concluindo então, vim pra dizer que quero ser estrategista. Uma das piores, por favor !
Seria ela ideal a partir do momento em que os acontecimentos seguem na ordem em que você planejou?De acordo com suas expectativas?Eu pensava que sim. Eu pensava que se isso acontecesse o meu ‘domínio’ sobre tudo o resto ia crescer. Afinal de contas, ver que tudo aconteceu de acordo com seus planos pode gerar uma segurança pessoal bem grande, e consequentemente seu ego irá agradecer bastante.
Mas eu não vim aqui dizer que vivo minha vida sem planejar. Esse tipo de clichê ficaria melhor no profile do Orkut na verdade. O que eu quis dividir foi a necessidade de se ter uma estratégia e de ser um estrategista. Porque o planejamento te dá o início, a base. É bom saber por onde começar, saber pra onde se quer ir depois daqui. Por mais que você não vá!
É necessária essa segurança que te faz iniciar e te impulsiona a buscar alguma coisa que te interessa. E é necessário se ter a estratégia pra que ela falhe. E é essa falha que te surpreende. E são as surpresas que trazem a graça. Por que não se confundir um pouco? Muitas vezes na falha da sua estratégia surge alguém pra te surpreender. Pra te fazer ver outros planos. Pra mudar seu rumo. Pra modificar sua estratégia.
E é aí que está a emoção. Mudar a estratégia. Deixar que as mudem.Criar novas.Dividir outras.Estratégias frustradas são a alma da inovação.Pense que nessa frustração a insegurança decorrente é momentânea, e só outro inicio.De um sentimento, de uma nova conclusão quem sabe.
Mas não tente fazer uma estratégia que certamente vai falhar. Ela só será outra estratégia, a de erro. E assim como esse raciocínio, não vai dar certo, acredite!
Concluindo então, vim pra dizer que quero ser estrategista. Uma das piores, por favor !
segunda-feira, 12 de julho de 2010
São minhas
Ando com saudades das férias da escola. De ter medo da professora. De fazer trabalhos em cartolinas. Do desespero por esquecer a cartolina!
Que saudade de sentar em dupla na sala de aula! De escolher a dupla do ônibus pra excursão um mês antes. De não dormir por causa dessa excursão.
Saudade de quando eu não alcançava o shampoo. De quando minha mãe picava meu bife. De quando eu venerava os jacarés de areia do meu pai ou de quando minhas irmãs me usavam de cobaia pra testar uma rede de lençol presa entre duas camas.
Saudade da balinha de hortelã que tinha na casa da madrinha. De atormentar o vô pra prender uma corda naquela árvore do morro. De escalar incansavelmente pela corda.
Saudade de areia no meu tênis. De orelhinhas na páscoa. De tinta no rosto no dia do índio.
Saudade de quando o banco de trás do carro estava sempre completo. De quando minha irmã não saía do telefone. De quando eu tinha todos os brinquedos do kinder-ovo!
Saudade de ficar triste por ganhar só roupa no aniversário. De se irritar porque não peguei nada no bexigão. De armar estratégias pra brincar de gato – mia com os primos.
Saudade de morar com meu sobrinho-irmão. Saudade de a gente poder escolher como ele vai cortar o cabelo.Saudade de esperar o outro sobrinho falar ‘’ju’’ .
Saudade da mamis amarrando meu tênis. Prendendo meu cabelo. Elogiando meus desenhos. Dizendo que “se escreve ‘muito’ e não ‘m-u-i-n-t-o’”.Saudade de caber no colo dela.A maior.
Que saudade de sentar em dupla na sala de aula! De escolher a dupla do ônibus pra excursão um mês antes. De não dormir por causa dessa excursão.
Saudade de quando eu não alcançava o shampoo. De quando minha mãe picava meu bife. De quando eu venerava os jacarés de areia do meu pai ou de quando minhas irmãs me usavam de cobaia pra testar uma rede de lençol presa entre duas camas.
Saudade da balinha de hortelã que tinha na casa da madrinha. De atormentar o vô pra prender uma corda naquela árvore do morro. De escalar incansavelmente pela corda.
Saudade de areia no meu tênis. De orelhinhas na páscoa. De tinta no rosto no dia do índio.
Saudade de quando o banco de trás do carro estava sempre completo. De quando minha irmã não saía do telefone. De quando eu tinha todos os brinquedos do kinder-ovo!
Saudade de ficar triste por ganhar só roupa no aniversário. De se irritar porque não peguei nada no bexigão. De armar estratégias pra brincar de gato – mia com os primos.
Saudade de morar com meu sobrinho-irmão. Saudade de a gente poder escolher como ele vai cortar o cabelo.Saudade de esperar o outro sobrinho falar ‘’ju’’ .
Saudade da mamis amarrando meu tênis. Prendendo meu cabelo. Elogiando meus desenhos. Dizendo que “se escreve ‘muito’ e não ‘m-u-i-n-t-o’”.Saudade de caber no colo dela.A maior.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Bom dia
Em um país como o nosso a educação não é bem canalizada quando se trata de desejar “bom dia”. Fico com a exceção pegando esse pequeno fato. Sei disso. Mas a questão é: até os conhecidos às vezes não dizem isso. Não que mude minha vida, eu só quero chegar aos bons dias recebidos –e levar esse momento ao setor “inutilidade” de problemas sérios- na verdade. Em algumas manhãs quando caminho até a faculdade recebo alguns bons dias. E esse é o início de um péssimo dia!
Mexem profundamente comigo esses que recebo. Despertam toda a minha indignação. Sei que não é por educação! A cada bom dia desses aumenta exponencialmente minha irritação.São sempre aqueles homens que acabam de sair do trabalho-e não vão pra casa logo- e falam sempre com aquela entonação ensaiada: booooom dia! Sabem como é... Parece até que eles participaram de um treinamento para aprender a desenvolver o tom da expressão.
Pra que fazer isso? Eu não vou responder! E ainda te acharei ridículo! Penso serem essas abordagens tão sem propósito. Será que alguém responde?Digo alguém decente... E não necessariamente aos ‘bom dias’. A todas essas recepções com entonação de cantada. Não sei, só sei que vejo essas pessoas como aquelas crianças em excursões. Com aquela empolgação absurda e que mexem com as pessoas da rua pela janela do ônibus. Por compulsão. Só porque vêem graça. O amigo vê graça!( Pode reparar, o lançador dessas palavras entoadas está sempre acompanhado).
De qualquer forma, eu já estou acostumada a não ouvir “bom dia” de desconhecidos por aqui. Então não lance bons dias avulsos e aleatoriamente por aí. Não faça o dia bom de uma pessoa sem o bom dia ficar ruim!
Obs: sugiro um grupo de apoio para retirar a entonação ‘quero te pegar’ da vida dos que sofrem com isso.
Obs 2: sugiro também um nome: ‘Irritantes Anônimos’ .Talvez ‘Cantadas Involuntárias Anônimas’ .
Mexem profundamente comigo esses que recebo. Despertam toda a minha indignação. Sei que não é por educação! A cada bom dia desses aumenta exponencialmente minha irritação.São sempre aqueles homens que acabam de sair do trabalho-e não vão pra casa logo- e falam sempre com aquela entonação ensaiada: booooom dia! Sabem como é... Parece até que eles participaram de um treinamento para aprender a desenvolver o tom da expressão.
Pra que fazer isso? Eu não vou responder! E ainda te acharei ridículo! Penso serem essas abordagens tão sem propósito. Será que alguém responde?Digo alguém decente... E não necessariamente aos ‘bom dias’. A todas essas recepções com entonação de cantada. Não sei, só sei que vejo essas pessoas como aquelas crianças em excursões. Com aquela empolgação absurda e que mexem com as pessoas da rua pela janela do ônibus. Por compulsão. Só porque vêem graça. O amigo vê graça!( Pode reparar, o lançador dessas palavras entoadas está sempre acompanhado).
De qualquer forma, eu já estou acostumada a não ouvir “bom dia” de desconhecidos por aqui. Então não lance bons dias avulsos e aleatoriamente por aí. Não faça o dia bom de uma pessoa sem o bom dia ficar ruim!
Obs: sugiro um grupo de apoio para retirar a entonação ‘quero te pegar’ da vida dos que sofrem com isso.
Obs 2: sugiro também um nome: ‘Irritantes Anônimos’ .Talvez ‘Cantadas Involuntárias Anônimas’ .
sábado, 12 de junho de 2010
Dia dos Namorados
Vou aproveitar a temática do dia que acabou há pouco. Dia dos Namorados. Nada de diferente a não ser que o pensamento de se estar sozinha fica latente. Logo cedo fui ao shopping comprar o presente pro namorado. Da minha irmã, óbvio. Eu estou sozinha. Digo... solteira. Minha irmã estava no grupo daquelas pessoas que enchem o estacionamento do shopping às 11 da manhã do dia eventual para comprar o bendito presente.
Naquele movimento sem graça de pessoas um tanto quanto desesperadas e ainda comprometidas eu me ative em especial a dois caras. Deviam ter no máximo 20 anos. Trombei com eles três vezes. Da primeira andando no corredor, e eles estavam sem nada nas mãos. Depois, sentei no banco em frente à loja de chocolate, e os vi ali as outras duas vezes. Primeiro os dois me aparecem com uma sacola das americanas. Cada um segurava uma, e pela sacola não muito discreta pude ver aquele famoso coração de pelúcia dentro. Tudo bem. Eles entraram na loja de chocolate e saíram sem levar nada. Depois voltaram cada um com uma caixa IGUAL daqueles estandes de embalagem. Entraram e compraram exatamente a mesma caixinha de chocolate.
Eu me perguntei até que ponto esses meninos gostavam das "namoradas" deles. Não pelo valor. Ou pelo clichê de se dar essas coisas. De maneira nenhuma. Mas eles compraram as MESMAS coisas! Como se as namoradas fossem vindas de uma produção em série. Por que eles sempre acham que existe uma regra em agradar? Não é possível que nenhuma daquelas meninas não tivesse nada em especial que fizesse renascer neles uma vontade de surpreender, agradar verdadeiramente a elas, não simbolicamente... Entendem?
Tudo isso pode ser ideia exagerada de quem é apaixonada e tenta de qualquer forma ter e agradar quem se quer. Mas não me entra na cabeça sair com alguém para comprar presentes iguais!E igualar consequentemente e descaradamente as pessoas com quem você divide sua vida ou sei lá o que. Só digo que esse dia que passou com certeza foi especial para muitos casais que estão juntos e que se gostam e que tem um ao outro sem restrições. E também foi um dia de reafirmação ilusória para todos aqueles que estão juntos para não estar sozinho, para trocar presentes, para esquecer quem realmente gosta, ou simplesmente para aqueles esperançosos que acreditam que "um dia vai dar certo". Por que se permitem perder tempo?!
Prefiro reafirmar minha solteirisse já que não posso estar com quem eu quero e gosto.Para mim, então, só mais um dia de observações úteis, ou não. Esperando ou não alguém. O meu alguém específico.
Naquele movimento sem graça de pessoas um tanto quanto desesperadas e ainda comprometidas eu me ative em especial a dois caras. Deviam ter no máximo 20 anos. Trombei com eles três vezes. Da primeira andando no corredor, e eles estavam sem nada nas mãos. Depois, sentei no banco em frente à loja de chocolate, e os vi ali as outras duas vezes. Primeiro os dois me aparecem com uma sacola das americanas. Cada um segurava uma, e pela sacola não muito discreta pude ver aquele famoso coração de pelúcia dentro. Tudo bem. Eles entraram na loja de chocolate e saíram sem levar nada. Depois voltaram cada um com uma caixa IGUAL daqueles estandes de embalagem. Entraram e compraram exatamente a mesma caixinha de chocolate.
Eu me perguntei até que ponto esses meninos gostavam das "namoradas" deles. Não pelo valor. Ou pelo clichê de se dar essas coisas. De maneira nenhuma. Mas eles compraram as MESMAS coisas! Como se as namoradas fossem vindas de uma produção em série. Por que eles sempre acham que existe uma regra em agradar? Não é possível que nenhuma daquelas meninas não tivesse nada em especial que fizesse renascer neles uma vontade de surpreender, agradar verdadeiramente a elas, não simbolicamente... Entendem?
Tudo isso pode ser ideia exagerada de quem é apaixonada e tenta de qualquer forma ter e agradar quem se quer. Mas não me entra na cabeça sair com alguém para comprar presentes iguais!E igualar consequentemente e descaradamente as pessoas com quem você divide sua vida ou sei lá o que. Só digo que esse dia que passou com certeza foi especial para muitos casais que estão juntos e que se gostam e que tem um ao outro sem restrições. E também foi um dia de reafirmação ilusória para todos aqueles que estão juntos para não estar sozinho, para trocar presentes, para esquecer quem realmente gosta, ou simplesmente para aqueles esperançosos que acreditam que "um dia vai dar certo". Por que se permitem perder tempo?!
Prefiro reafirmar minha solteirisse já que não posso estar com quem eu quero e gosto.Para mim, então, só mais um dia de observações úteis, ou não. Esperando ou não alguém. O meu alguém específico.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Contaminação
Esses dias comecei a escrever um texto e simplesmente parei na primeira frase. Uma dúvida enorme me bateu. Esse pensamento era meu ou era uma lembrança de outro texto?Eu parei por pensar estar prestes a plagiar Caio Fernando. Que ridículo!Eu tive que jogar a frase no Google!Eu estava contaminada pelas palavras desse cara e sem querer estava sentindo toda aquela melancolia e tristeza que era dele e não minha!
O problema de algum vício está justamente aí! Você passa a ser a junção de outras coisas que talvez não sejam você. Não é porque você se identificou em algum momento que aquilo vai te confortar – servindo para pessoas também. Legião Urbana! Gosto interminavelmente da banda, mas por consciência própria do meu bem-estar dei uma trégua de Renato Russo na minha vida. Eu não consigo não me envolver ao ler, ao ouvir uma música. E esses gênios que eu aprecio são íntimos da dor. Óbvio que parte de mim é assim pra que eu tenha tanta afeição, mas esse é um lado que não deve ser provocado.
Algumas faces de nós não merecem ser manifestadas com freqüência. E grande parte do que determina essa freqüência é mera conseqüência do contato ao que você se submete. Sem querer dar uma de “o segredo” por aqui, mas somos seres fortemente influenciáveis. Conscientemente ou não levamos em conta até aquela piada feita sobre você que supostamente não te afetou. Damos credibilidade ao externo e externamos nossa fragilidade aceitando tantas opiniões, pensamentos, conselhos.
Muita coisa vai continuar a mesma, com exceção da conclusão momentânea de que não estou apta a nada com muito romantismo, drama, dores e Caio Fernando Abreu.
E a frase do outro texto era minha mesmo!
O problema de algum vício está justamente aí! Você passa a ser a junção de outras coisas que talvez não sejam você. Não é porque você se identificou em algum momento que aquilo vai te confortar – servindo para pessoas também. Legião Urbana! Gosto interminavelmente da banda, mas por consciência própria do meu bem-estar dei uma trégua de Renato Russo na minha vida. Eu não consigo não me envolver ao ler, ao ouvir uma música. E esses gênios que eu aprecio são íntimos da dor. Óbvio que parte de mim é assim pra que eu tenha tanta afeição, mas esse é um lado que não deve ser provocado.
Algumas faces de nós não merecem ser manifestadas com freqüência. E grande parte do que determina essa freqüência é mera conseqüência do contato ao que você se submete. Sem querer dar uma de “o segredo” por aqui, mas somos seres fortemente influenciáveis. Conscientemente ou não levamos em conta até aquela piada feita sobre você que supostamente não te afetou. Damos credibilidade ao externo e externamos nossa fragilidade aceitando tantas opiniões, pensamentos, conselhos.
Muita coisa vai continuar a mesma, com exceção da conclusão momentânea de que não estou apta a nada com muito romantismo, drama, dores e Caio Fernando Abreu.
E a frase do outro texto era minha mesmo!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Pleno
Hoje só queria falar sobre destino,
Ou sorte...
A fitinha que vou amarrar no pulso
Pedidos!
Meus desejos não tem sido sensatos...
Desejos!
Troco a partir de agora
Mudanças!
Que quero em pequenas doses
Pequenas!
Tornei assim algumas vontades
As deixo para o nosso mundo paralelo,
Aquele com nossos sonhos,
E desejos
Meus desejos não tem sido sensatos..
Ou sorte...
A fitinha que vou amarrar no pulso
Pedidos!
Meus desejos não tem sido sensatos...
Desejos!
Troco a partir de agora
Mudanças!
Que quero em pequenas doses
Pequenas!
Tornei assim algumas vontades
As deixo para o nosso mundo paralelo,
Aquele com nossos sonhos,
E desejos
Meus desejos não tem sido sensatos..
sábado, 29 de maio de 2010
.plano
Pegar esse amor e plantar
No canteiro da minha janela
Ou da sua
Pra poder brotar
Crescer
Aumentar
Ainda mais
E depois colher
Quando eu puder
Quando você quiser
Quando alguém quiser
Ou merecer
Amadurecer
O sentimento
Eu
Você
Alguém
Agora não
Em mim não
Mas sem perder
Cultivar sem sofrer
Assegurar pra quando tiver que ser
E poder apreciar
A flor
A folha
O fruto
Que fruta haverá de ser?
Que gosto haverá de ter?
Paciência então
Regada de outras frutas e gostos
Conhecidos ou não
Te encontrando
Te perdendo
Em mim
No canteiro da minha janela
Ou da sua
Pra poder brotar
Crescer
Aumentar
Ainda mais
E depois colher
Quando eu puder
Quando você quiser
Quando alguém quiser
Ou merecer
Amadurecer
O sentimento
Eu
Você
Alguém
Agora não
Em mim não
Mas sem perder
Cultivar sem sofrer
Assegurar pra quando tiver que ser
E poder apreciar
A flor
A folha
O fruto
Que fruta haverá de ser?
Que gosto haverá de ter?
Paciência então
Regada de outras frutas e gostos
Conhecidos ou não
Te encontrando
Te perdendo
Em mim
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Lei Básica de Tudo
Sabe quando você olha pra si mesmo e se enche de perguntas?Pois estou numa fase assim. Uma das conclusões que eu me dei foi que "tudo bem se eu optei ser assim, emocionalmente ativa, mas que o que me mova seja o sentimento e não a quem ele se destina", entende?Se você resolve agir com o ‘coração’ aja de acordo com ele MESMO!O foco não pode ter prioridade nessas horas, até por que pela Lei Básica de Tudo (LBT), você raramente será a prioridade dele.
De acordo com a LBT você sempre será incompreendido e o outro ‘não tem sentimento’. Pode ter certeza de que você já foi um dos que não teve. Chega a ser óbvio que aquele outro não valoriza o que você sente. Ele deve estar preocupado com outro que não valoriza o que ELE sente. Claro que sempre tem o dia em que o pão cai com a manteiga pra cima. Mas aí é sorte. Ou muito treinamento!
Esse ciclo de amor dos incompreendidos não passa de uma auto-afirmação. Você quer entender o porquê da rejeição e provar pra si mesmo que você é a melhor opção. E enquanto ele te rejeita, longe de você, as qualidades brotam igual capim e o ser vira um Deus.’ Quero, preciso, mas é inalcançável..pausa dramática..sofro’.Nesse momento o ‘deusinho’ te acha uma completa idiota e não ousaria perder tempo com isso desesperada. Exatamente, você é o ‘isso’.
Hipocrisia dizer que não acontece assim. É assim!E com todos. A todo tempo. Continuamente. Sabemos disso. Já perdi a conta de quantas vezes fui ‘isso’... Só relevo por que também já perdi a conta de quantas vezes fui a ‘deusinha’ [Hahaha]. Hoje decidi não ser nenhum dos dois!
[deixa fluir]
De acordo com a LBT você sempre será incompreendido e o outro ‘não tem sentimento’. Pode ter certeza de que você já foi um dos que não teve. Chega a ser óbvio que aquele outro não valoriza o que você sente. Ele deve estar preocupado com outro que não valoriza o que ELE sente. Claro que sempre tem o dia em que o pão cai com a manteiga pra cima. Mas aí é sorte. Ou muito treinamento!
Esse ciclo de amor dos incompreendidos não passa de uma auto-afirmação. Você quer entender o porquê da rejeição e provar pra si mesmo que você é a melhor opção. E enquanto ele te rejeita, longe de você, as qualidades brotam igual capim e o ser vira um Deus.’ Quero, preciso, mas é inalcançável..pausa dramática..sofro’.Nesse momento o ‘deusinho’ te acha uma completa idiota e não ousaria perder tempo com isso desesperada. Exatamente, você é o ‘isso’.
Hipocrisia dizer que não acontece assim. É assim!E com todos. A todo tempo. Continuamente. Sabemos disso. Já perdi a conta de quantas vezes fui ‘isso’... Só relevo por que também já perdi a conta de quantas vezes fui a ‘deusinha’ [Hahaha]. Hoje decidi não ser nenhum dos dois!
[deixa fluir]
Assinar:
Postagens (Atom)

